Cidadã comum admiradora da Justiça Brasileira
Sou uma simples cidadã, quando apta ao trabalho por circunstancias adversas trabalhava de acordo com a oportunidade, como todos sabem a luta pela sobrevivência é difícil, e no meu caso com um pai idoso doente, mesmo assim fui feliz algumas vezes, estive na Guarda Noturna, nas lojas americanas, nas bilheterias de shows, como balconista em mercearia, por conta própria e não me sinto desmerecida, fui em relação a outros(as) da minha classe social mais favorecida, não pude ir a uma Universidade porque tinha a obrigação como já citei de acolher meu pai. Se escrevesse um livro seria uma biografia, onde colocaria passagens de arrepiar... situações de fome, algumas... de abandono... engraçadas e felizes.